Depois de oito rodadas completas e 33 partidas disputadas, pouco mais de 54 mil ingressos foram vendidos no Campeonato Cearense até aqui, insuficiente para lotar o Castelão
Sendo disputada em ritmo alucinante, com várias partidas em sequência, a 1ª fase do Campeonato Cearense não está atraindo muitos torcedores aos estádios. O público total, após oito rodadas e 33 jogos disputados, é de 54.738 pagantes. Ou seja, não lotaria a Arena Castelão, com capacidade máxima para 63.903.
Apenas 11 partidas tiveram publico pagante superior a mil pagantes. Dessas, oito tiveram a presença do Fortaleza, maior atração da 1ª fase da competição – o Ceará, por disputar a Copa do Nordeste, entra na disputa somente na 2ª fase.
Maior público
O melhor público pagante do campeonato até o momento aconteceu no Clássico das Cores, entre Fortaleza e Ferroviário, pela 3ª rodada. No total, 11.929 torcedores pagaram ingresso para assistir a vitória do Tricolor do Pici por 4 a 0.
No último sábado (25), foi registrado o pior público pagante do Estadual 2014. Apenas 16 testemunhas foram ao Romeirão e viram o Crato bater o Tiradentes, por 3 a 2. A média de público do Campeonato Cearense é de 1.658 pagantes por partida.



Há 13 dias atrás (14/01) o jornal O Povo publicou uma notícia sobre uma crise na PMCE vinda dos oficiais que reclamavam dos vencimentos de seus salários, sendo tal crise confirmada pelo presidente do clube dos Oficiais em nota para o blog do Eliomar, sendo que tal nota também foi postado no site da ACSMCE. Na manhã dessa Segunda-feira (27/01), um novo indicio de uma crise na Policia Militar do Ceará apareceu espalhado em vários pontos da cidade, faixas denunciando o não cumprimento do acordo firmado entre Governo do Estado e Militares Estaduais em 2012 com os dizeres “Governador, cumpra seu acordo que também cumpriremos o nosso. Polícia Militar-CE’. Lembrando que o termo de acordo e compromisso foi firmado entre as associações representativas de Praças da PMCE e o Governo do Estado, sendo que boa parte dos pontos acordados não foram cumpridos, como a jornada semanal de 40 horas, no interior hoje chega a se trabalhar 96 horas por semana, pagamento de horas extras, as promoções compensatórias, o Código de Ética com combate ao assédio moral e a 2° e 3° parcela da 