imagens cedida pelo google.
Das 61 mortes registradas por H1N1 no país, entre 1º de janeiro e 12 de maio, 55 ocorreram no Estado de São Paulo, segundo balanço apresentado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (21).
São Paulo também concentra 84,5% dos casos graves da doença, chamada síndrome respiratória aguda grave. Até o início deste mês, o Estado notificou 1.863 casos graves de gripe, sendo que 328 foram confirmados para H1N1. No Estado, foram 183 mortes pela doença, 55 confirmadas para o tipo H1N1.
No país, foram 388 casos graves de H1N1 registrados e 61 mortes. As informações apontam para um grau elevado de mortalidade, chegando próximo a 9% se considerados os casos graves registrados no Estado de São Paulo e no país como um todo.
"É uma taxa alta para a gente, esperamos que possa cair para um número que seja razoável", afirmou Sônia Brito, secretaria substituta de vigilância em saúde do ministério.
A maior preocupação da pasta, este ano, é com o Estado de São Paulo. De acordo com o boletim da gripe, que cobre de 1º de janeiro a 7 de novembro de 2012 (e que inclui o período de maior transmissão da doença no país), São Paulo registrou 71 das 348 mortes por H1N1, o que equivale a 20,4% dos casos.
No ano passado, a maior concentração das mortes ficou com os Estados do Sul, que reuniram 54,3% delas.
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