Powered By Blogger

terça-feira, 13 de dezembro de 2011


— Nossa Senhora de Guadalupe
Num sábado, no ano de 1531, a Virgem Santíssima apareceu a um indígena que, de seu lugarejo, caminhava para a cidade do México a fim de participar da catequese e da Santa Missa enquanto estava na colina de Tepeyac, perto da capital. Este índio convertido chamava-se Juan Diego (canonizado pelo Papa João Paulo II em 2002).

Nossa Senhora disse então a Juan Diego para que fosse até o Bispo, pedindo que naquele lugar fosse construído um santuário para a honra e glória de Deus.

O Bispo local, usando de prudência, pediu um sinal da Virgem ao indígena que, somente na terceira aparição, foi concedido. Foi quando Juan Diego estava indo buscar um sacerdote para o tio doente: "Escute, meu filho, não há nada que temer, não fique preocupado nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou eu aqui, a seu lado? Eu sou a sua Mãe dadivosa. Acaso não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isto? Não permita que nada o aflija e o perturbe. Quanto à doença do seu tio, ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo, porque ele já está curado. Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao Bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é meu embaixador e merece a minha confiança. Quando chegar diante dele, desdobre a sua "tilma" (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém, só em sua presença. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omita..."

O Bispo viu não somente as rosas, mas o milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, pintada prodigiosamente no manto do humilde indígena. Ele levou o manto com a imagem da Virgem para a capela, e ali, em meio às lágrimas, pediu perdão a Nossa Senhora. Era o dia 12 de dezembro de 1531.

Uma linda confirmação deu-se quando Juan Diego fora visitar o seu tio, que sadio narrou:"Eu também a vi. Ela veio a esta casa e falou a mim. Disse-me também que desejava a construção de um templo na colina de Tepeyac e que sua imagem seria chamada de 'Santa Maria de Guadalupe', embora não tenha explicado o porquê". Diante de tudo isso muitos se converteram e o Santuário foi construído.

O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. O tecido, feito de cacto, não dura mais de 20 anos e este já dura há mais de quatro séculos e meio. Durante 16 anos, a tela esteve totalmente desprotegida, sendo que a imagem nunca foi retocada e até hoje os peritos em pintura e química não encontraram na tela nenhum sinal de corrupção.

No ano de 1971, alguns peritos inadvertidamente deixaram cair ácido nítrico sobre toda a pintura. Pois nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem. Com a invenção e ampliação da fotografia descobriu-se que, assim como a figura das pessoas com as quais falamos se reflete em nossos olhos, da mesma forma a figura de Juan Diego, do Bispo e do intérprete se refletiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora. Cientistas americanos chegaram à conclusão de que estas três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pintura, mas imagens gravadas nos olhos de uma pessoa viva.

Disse o Papa Bento XIV, em 1754: "Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros... uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja... Deus não agiu assim com nenhuma outra nação".

Coroada em 1875 durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada "Padroeira de toda a América" pelo Papa Pio XII a 12 de outubro de 1945.

No dia 27 de janeiro de 1979, durante sua viagem apostólica ao México, o Papa João Paulo II visitou o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e consagrou à Mãe Santíssima toda a América Latina, da qual a Virgem de Guadalupe é Padroeira.

Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós! 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Base da upp do Rio é atacada a tiros e pedradas.

Ataque aconteceu após a prisão de um suspeito na madrugada.
Homem, segundo a PM, estava num grupo que atirou contra agentes.

Do Bom Dia Rio
3 comentários
A base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Morro do Zinco, no Centro do Rio, foi atacada a tiros e pedras na madrugada desta segunda-feira (12) depois que um suspeito foi preso.
Segundo a PM, por volta de 0h, um grupo de homens que estava em um bar teria se assustado com a chegada de policiais ao local. Ainda segundo a polícia, quatro suspeitos fugiram e dois atiraram contra os PMs, que revidaram. Um suspeito foi preso e uma arma foi apreendida.
De acordo com os policiais, após a prisão do homem, criminosos atiraram e jogaram pedras do alto da favela em direção à base da UPP. Ninguém ficou ferido.
A base do Morro do Zinco pertence à UPP do Morro São Carlos.
O caso foi registrado na 5ª DP (Cidade Nova).fonte bom dia:postado por camocimmarazul@blogsort.com

jogo da seleção brasileira feninina.

Atacando como queria, pelas laterais ou centralizando na área, as brasileiras faziam as adversarias correrem desde o início, mas raramente tocando na bola. A chilena mais participativa era a goleira Endler. Aos 13 minutos, Marta cobrou escanteio, a goleira saiu mal e só conseguiu encontrar a bola quando Érika, aproveitando toque de cabeça de Aline Pellegrino, desviou para dentro da meta.
Em novo escanteio cobrado por Marta, desta vez da direita, Aline Pellegrino participou de outra jogada ensaiada ao ajeitar na segunda trave para Rosana, posicionada sem marcação no meio da área, finalizar no gol aos 21 minutos.Na jogada seguinte, Marta cobrou falta e a bola sobrou para Thais Guedes, a Neymarzinha, ampliar.
Antes do intervalo, as comandadas de Jorge Barcellos ainda balançaram as redes com Cristiane, mas a atacante estava impedida ao receber passe de Érika, aos 38 minutos. O quarto gol seria válido só aos dez minutos do segundo tempo, quando Érika voltou a testar para Fabi fechar a goleada.
Aos 31 minutos, Gabriela ainda acertou a trave em uma das muitas oportunidades perdidas pelas brasileiras - até Marta jogou para fora uma oportunidade de cara para a goleira adversária. Mas a torcida já tinha visto o suficiente no ensolarado domingo em São Paulo. Já é possível pensar na final do próximo domingo:postado por camocimmarazul@blogsport.com

domingo, 11 de dezembro de 2011

Resunmo das novelas.

Veja Também:

Resumo dos próximos capítulos da novela Rebelde

Resumo dos próximos capítulos da novela Aquele Beijo

Resumo dos próximos capítulos da novela Fina Estampa

Resumo dos próximos capítulos da novela A Vida da Gente

Malhação – resumo dos próximos capítulos da novela

Resumo dos próximos capítulos da novela Marimar

Resumo dos próximos capítulos da novela Fascinação

Resumo dos próximos capítulos da novela Amigas e Rivais

Resumo dos próximos capítulos da novela Vidas em Jogo

Resumo dos próximos capítulos da novela Amor e Revolução

fonte rede de noticia;postado por camocimmarazul@blogsport.com

O Ex-jogador Bechara é o novo Diretor de futel do ferroviário.

Atleta de 34 anos possui vasta experiência no futebol e ajudará o treinador Júlio Araújo nas contratações para as disputas do Campeonato Cearense

Por GLOBOESPORTE.COM Fortaleza, CE
A diretoria do Ferroviário divulgou, na tarde desta sexta-feira, mais um reforço. Mais não dentro do campo. Trata-se do ex-jogador Bechara, ídolo das torcidas de Ceará e Fortaleza. Bechara está com 34 anos e possui vasta experiência no futebol. Já atuou em times como Santos, Atlético/MG, Fortaleza, Ceará, Al Ahli (EAU), Velje (DIN), Odense BK (DIN) e Aalesund (NOR), dentre outros.
O principal motivo que levou o presidente Vanderley Pedrosa a investir em sua contratação foi o conhecimento de Bechara no meio do futebol. O treinador Júlio Araújo solicitou para a diretoria 15 jogadores e Bechara fará uma análise de todas as contratações.

O objetivo de Bechara é reforçar o Tubarão da Barra com uma boa espinha dorsal formada por um excelente goleiro, um zagueiro pegador de força, um bom volante de marcação e um meia criativo que faça a bola chegar no atacante que seja goleador.fonte g1 ce:postado por camocimmarazul@blogsport.com

diretoria do ceará tenta traser o atacante mota e magno aves.

Primeiro descartou sua vinda para o Estadual e o "Magnata" estuda outras
propostas, de times da Série A, Série B e do Exterior

Por GLOBOESPORTE.COM Fortaleza
magno alves ceará apresentação (Foto: Divulgação / Site Oficial do Ceará)Mesmo com muitas propostas, Magno Alves está
mais próximo de um acordo (Foto: Divulgação)
A diretoria do Ceará já começa a trabalhar visando a temporada 2012. E os contatos iniciaram com os atacantes Mota e Magno Alves. Todavia, as negociações estão difíceis. Mota, por exemplo, dificilmente acertará com o atacante, pois o atleta está renovando com o seu atual clube, o Pohang Steelers, da Coréia do Sul.

Mesmo sem poder contar com o jogador para o Cearense 2012, a direção alvinegra não descarta tê-lo por empréstimo para a Série B do Campeonato Brasileiro.
Por outro lado, o Vovô tenta trazer Magno Alves de volta a Porangabuçu. A situação do 'Magnata' é bem melhor do que a de Mota, mesmo o ex-atacante do Atlético-MG tendo outras propostas mais favoráveis.
Segundo Magno Alves, ele já recebeu propostas de times da Série A, Série B e também do Exterior. O que deixa a diretoria esperançosa é o vínculo de amizade entre Magno Alves e o presidente Licenciado Evandro Leitão, que pode ajudar na negociação. Mesmo estando afastado do cargo de presidente do Vovô.
- Estamos esperançosos que ainda possa dar com o Magno Alves e, quem sabe, com o Mota também - disse o presidente em exercício do Ceará, Robinson de Castro.fonteg1ce:poatado por camocimmarazul@blogsport.com

horóspo do dia

Horóscopo do dia

No congresso,progetos buscam a criação mais de 11 estados.

11/12/2011 09h34 - Atualizado em 11/12/2011 09h34

 

Neste domingo (11), população do Pará decide sobre divisão do estado.
Há projetos para dividir Piauí, Maranhão, Amazonas e Mato Grosso.

Débora Santos Do G1, em Brasília
10 comentários
Divisão do Pará (Foto: Editoria de Arye/G1)
O plebiscito que neste domingo (11) vai decidir se o Pará será dividido para a criação de dois novos estados poderá se repetir em outros locais do Brasil. Tramita no Congresso Nacional uma série de projetos que pretendem criar pelo menos mais 11 novos estados no Brasil.
Além de precisarem ser aprovadas pelo Congresso, essas propostas de divisão também dependem de consulta popular, nos moldes da que está será realizada no Pará, conforme prevê a Constituição.
De acordo com os projetos ainda em tramitação na Câmara, poderão ainda ser criados os estados da Gurgueia, no Piauí; do Rio São Francisco, na Bahia; do Rio Negro, do Solimões e do Juruá, no Amazonas; do Araguaia, do Mato Grosso do Norte e do Pantanal, no Mato Grosso; do Maranhão do Sul, no Maranhão; do Oiapoque, no Amapá; e do Triângulo, em Minas Gerais.
Para o cientista político da Universidade de Brasília, David Fleischer, historicamente as mudanças na divisão estadual do Brasil tiveram motivos políticos. Ele lembra que o Pará é o primeiro caso em que se fez o plebiscito.
Ele citou o exemplo do estado de Tocantins que foi criado pela Constituição de 1988, a partir da divisão do estado de Goiás. Os estados de Rondônia e Mato Grosso também foram criados por meio de desmembramento na época do governo militar. Fleischer rebate a justificativa de que o isolamento de determinadas áreas poderia motivar a criação de uma nova estrutura estatal para estar mais próxima à população.
“Em geral, dividir não melhora as questões sociais, que são apenas um subtema usado para viabilizar o projeto político das lideranças locais, buscando ser governador do novo estado e ter seu reinado. As partes social, econômica e de direitos humanos são secundárias”, avaliou o cientista político.
Para ele, outro problema é o aumento do número de senadores e deputados que seria consequência da criação de novos estados. O Congresso Nacional é composto por 81 senadores e 513 deputados federais. “Dividir aumenta o tamanho do Senado e da Câmara que são considerados bem grandes”, afirmou Fleischer.
Questão econômica
A questão econômica por trás da criação de novos estados também preocupa especialistas, que alertam para a criação de unidades dependentes dos recursos da União. Atualmente, o Fundo de Participação dos Estados (FPE) distribui às unidades da federação parte dos tributos arrecadados em âmbito federal. Inicialmente, o novo estado seria sustentado por esses repasses, pela arrecadação de impostos locais e pela ajuda da União.
“Sempre tem um arranjo em que a União acaba tendo que pagar. O que viria primeiro seriam as despesas. Gradualmente, seria instalada a estrutura e o estado teria funcionários da antiga administração que tocariam as máquinas e começariam a tentar estruturar seu sistema de arrecadação”, disse o especialista em finanças e orçamento, José Fernando Consentino.
Para ele, outro problema seria a necessidade de atualizar a regra que prevê o percentual de repasse da União para cada estado. Na lei constam apenas as unidades que já existiam após a Constituição de 1988.
“Numa situação emergencial [como a criação de um novo estado] alguma solução haveria de ser elaborada. A gente pode imaginar que alguma coisa seria baixada para atender o estado. Quando se trata da separação de municípios, por exemplo, os critérios têm a ver com população”, explicou Consentino.fonte g1.com:postado por camocimmarazul@blogsport.com

No congresso,progetos buscam a criação mais de 11 estados.

11/12/2011 09h34 - Atualizado em 11/12/2011
Há projetos para dividir Piauí, Maranhão, Amazonas e Mato Grosso.
Débora Santos Do G1, em Brasília
10 comentários
Divisão do Pará (Foto: Editoria de Arye/G1)
O plebiscito que neste domingo (11) vai decidir se o Pará será dividido para a criação de dois novos estados poderá se repetir em outros locais do Brasil. Tramita no Congresso Nacional uma série de projetos que pretendem criar pelo menos mais 11 novos estados no Brasil.
Além de precisarem ser aprovadas pelo Congresso, essas propostas de divisão também dependem de consulta popular, nos moldes da que está será realizada no Pará, conforme prevê a Constituição.
De acordo com os projetos ainda em tramitação na Câmara, poderão ainda ser criados os estados da Gurgueia, no Piauí; do Rio São Francisco, na Bahia; do Rio Negro, do Solimões e do Juruá, no Amazonas; do Araguaia, do Mato Grosso do Norte e do Pantanal, no Mato Grosso; do Maranhão do Sul, no Maranhão; do Oiapoque, no Amapá; e do Triângulo, em Minas Gerais.
Para o cientista político da Universidade de Brasília, David Fleischer, historicamente as mudanças na divisão estadual do Brasil tiveram motivos políticos. Ele lembra que o Pará é o primeiro caso em que se fez o plebiscito.
Ele citou o exemplo do estado de Tocantins que foi criado pela Constituição de 1988, a partir da divisão do estado de Goiás. Os estados de Rondônia e Mato Grosso também foram criados por meio de desmembramento na época do governo militar. Fleischer rebate a justificativa de que o isolamento de determinadas áreas poderia motivar a criação de uma nova estrutura estatal para estar mais próxima à população.
“Em geral, dividir não melhora as questões sociais, que são apenas um subtema usado para viabilizar o projeto político das lideranças locais, buscando ser governador do novo estado e ter seu reinado. As partes social, econômica e de direitos humanos são secundárias”, avaliou o cientista político.
Para ele, outro problema é o aumento do número de senadores e deputados que seria consequência da criação de novos estados. O Congresso Nacional é composto por 81 senadores e 513 deputados federais. “Dividir aumenta o tamanho do Senado e da Câmara que são considerados bem grandes”, afirmou Fleischer.
Questão econômica
A questão econômica por trás da criação de novos estados também preocupa especialistas, que alertam para a criação de unidades dependentes dos recursos da União. Atualmente, o Fundo de Participação dos Estados (FPE) distribui às unidades da federação parte dos tributos arrecadados em âmbito federal. Inicialmente, o novo estado seria sustentado por esses repasses, pela arrecadação de impostos locais e pela ajuda da União.
“Sempre tem um arranjo em que a União acaba tendo que pagar. O que viria primeiro seriam as despesas. Gradualmente, seria instalada a estrutura e o estado teria funcionários da antiga administração que tocariam as máquinas e começariam a tentar estruturar seu sistema de arrecadação”, disse o especialista em finanças e orçamento, José Fernando Consentino.
Para ele, outro problema seria a necessidade de atualizar a regra que prevê o percentual de repasse da União para cada estado. Na lei constam apenas as unidades que já existiam após a Constituição de 1988.
“Numa situação emergencial [como a criação de um novo estado] alguma solução haveria de ser elaborada. A gente pode imaginar que alguma coisa seria baixada para atender o estado. Quando se trata da separação de municípios, por exemplo, os critérios têm a ver com população”, explicou Consentino. fonte g1.com:postado por camocimmrazul@blogsport.com