quinta-feira, 27 de setembro de 2012

OPORTUNIDADE DE EMPREGO:DATAPREV OFRECE MAIS DE 8 MIL VAGAS,PARA VARIOS NIVEL DE ESTUDOS.


A Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DATAPREV) está com inscrições abertas para a realização de concurso público. O concurso oferece 8.626 vagas para cargos de nível médio e superior nas áreas de tecnologia da informação, processamento, medicina e segurança do trabalho. As vagas ofertadas são para formação de cadastro de reservas da empresa.
As relações de trabalho serão regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), pelo Plano de Cargos e Salários e pela norma interna da empresa e acordo coletivo de trabalho vigente.

Salários
De acordo com o edital do concurso, as remunerações mínimas para os aprovados nos cargos de nível superior poderão variar entre R$ 4.232,87 a R$ 5.291,10. Já os contratados para os cargos de nível médio terão perspectiva de remuneração mínima no valor de R$ 2.592,66. Nesses valores estão incluídos o Salário Base correspondente a cada cargo/perfil, o Adicional de Atividade (R$ 554,00) e o Auxílio Alimentação/Refeição (R$ 601,92).
Além da remuneração mínima, os admitidos terão direito a benefícios como reembolso pré-escola ou escolar, apoio financeiro a tratamento especializado e Plano de Previdência Complementar (opcional).

Inscrições
As inscrições custam R$ 35,00 para os cargos de nível médio e R$ 60,00 para os cargos de nível superior e podem ser realizadas até o dia 17 de outubro no site www.quadrix.org.br.
Quem preferir se inscrever por meio dos pontos de acesso gratuitos, distribuídos pelas 26 capitais e no Distrito Federal, deve atentar para o período de disponibilidade dos mesmos: somente entre os dias 10 e 17 de outubro de 2012, em horário comercial. A partir de 08 de outubro esses pontos estarão listados no site do Instituto Quadrix.
O comprovante definitivo de inscrição do candidato estará disponível no endereço eletrônico www.quadrix.org.br, após o processamento da inscrição, a partir de 29 de outubro de 2012. No ato da inscrição, o candidato poderá optar por realizar a prova em uma das 26 capitais estaduais ou Distrito Federal e onde ele deseja trabalhar dentro das cinco Regiões de Lotação oferecidas.fonte:concurso do brasil/camocim belo mar blog
Clique aqui para ler o edital

VEREADORAS EMPOSSADAS COM UM SÓ VOTO TENTAM A REELEIÇÃO EM 2012.


Candidatas a vereadora no Paraná e no Piauí assumiram cargo neste ano.
Em 2008, 3.640 candidatos receberam apenas 1 voto; 1.341 são suplentes.


Duas vereadoras que receberam apenas um voto nas últimas eleições municipais vão concorrer à reeleição em 2012. Sirlei Brisida, de 44 anos, e Constança de Melo de Carvalho, de 79 anos, ficaram como suplentes no pleito de 2008 e assumiram o mandato neste ano em Medianeira (PR) e Coivaras (PI), respectivamente.
Vereadoras empossadas com um só voto tentam reeleição em 2012 (Foto: Reprodução/TSE)Sirlei (esquerda) e Constança tentam reeleição nas
câmaras dos seus municípios, após assumirem o
mandato tendo recebido apenas 1 voto no pleito de
2008 (Foto: Reprodução/TSE)
Sirlei, que é manicure, entrou para a Câmara Municipal de Medianeira, no Paraná, no último mês de junho. Ela garante não ter votado em si mesma e diz não saber quem é o seu único eleitor. "Não tenho ideia de quem votou em mim. Todo mundo brinca: 'fui eu, fui eu'. Mas, neste ano, até eu vou votar em mim", afirma a candidata, que pediu para não receber votos na época da campanha porque estava tratando um câncer.
Neste ano, até eu vou votar em mim"
Sirlei Brisida, vereadora candidata
a reeleição em Medianeira (PR)
Ela conta que ainda está aprendendo a trabalhar como vereadora e que o mandato "está sendo uma escola". A candidata não parou de atender as clientes que procuram o serviço de manicure. "Sei que isso é temporário, trabalho com os pés no chão", afirma. No entanto, diz que na atual campanha busca os votos necessários para a reeleição. "Diferente de 2008, estou com material de campanha, buscando eleitores. Espero que tenha mais votos do que daquela vez".

Constança, que já havia sido vereadora por dois mandatos (1992-1996 e 1999-2000, também como suplente) em Coivaras, no Piauí, perdeu um filho durante a campanha passada e pediu para ninguém votar nela. A professora aposentada acabou votando em si mesma por orientação do partido. "Me disseram que eu tinha que ter um voto na época para não quebrar a coligação".
Perdi meu filho de câncer e pedi para não votarem em mim. Não estava bem, não fiz comício nem campanha. Eu não esperava nunca, minha filha, ser chamada a assumir"
Constança de Melo de Carvalho,
vereadora candidata em Coivaras (PI)
"Na época da eleição, perdi meu filho de câncer e pedi para não votarem em mim. Não estava bem, não fiz comício nem campanha. Eu não esperava nunca, minha filha, ser chamada a assumir. Foi Deus que me levou para lá", afirma.
Ela assumiu depois que dois antecessores – o vereador eleito e o primeiro suplente – foram cassados por infidelidade partidária, permitindo que ela tivesse seu terceiro mandato. Em busca de mais quatro anos no cargo, Constança faz planos para um possível novo mandato. "Acho que o tripé besta da política é pensar em saúde, educação e segurança. Tem que olhar para todos os lados e aparar as arestas. Meu primeiro projeto em 2013 será uma casa para a diversão dos idosos. Tenho muita garra ainda, minha filha".
3.640 candidatos com 1 voto
Levantamento realizado pelo G1 com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que 3.640 candidatos receberam apenas um voto nas eleições municipais de 2008, todos eles postulantes ao cargo de vereador. Nenhum foi eleito diretamente – o vereador eleito com menor número de votos recebeu 27, em Borá (SP).
Dos 3.640 candidatos que receberam apenas um voto em 2008, 1.341 ficaram como suplentes, podendo ser chamados a qualquer momento durante os quatro anos de legislatura. Diversos motivos podem levar à convocação, como cassação, mudança de partido (que provoca a perda do mandato eletivo) ou até mesmo a decisão do próprio titular de abdicar da vaga, seja por motivos pessoais ou para concorrer a outro cargo.
Sistema proporcional
O processo eleitoral brasileiro é composto por dois esquemas distintos: o sistema majoritário (para eleição de presidente, governador, prefeito e senador) e o sistema proporcional (para escolher deputados federais, estaduais, distritais e vereadores).
No sistema proporcional, a quantidade de votos nem sempre elege um candidato. Ao votar para vereador, por exemplo, o eleitor escolhe o candidato e, também, o partido ou coligação ao qual ele é filiado. No final do pleito, cada partido obtém uma quantidade de vagas proporcional à soma das votações de todos os seus candidatos. As vagas são preenchidas, por ordem, pelos candidatos mais votados do partido. Se o candidato tiver pelo menos um voto, está apto a assumir. (Entenda melhor como funciona a eleição para vereador)
Não há discrepância e nada de errado em um candidato com um só voto assumir. Isso faz parte do processo eleitoral"
Torquato Jardim, ex-ministro do TSE
Para o ex-ministro do TSE Torquato Jardim, "não há discrepância e nada de errado" no fato de candidatos de um só voto assumirem em detrimento de outros mais votados.

"Isso faz parte do processo eleitoral. Por isso o sistema se chama 'lista aberta', onde o voto do eleitor tem dois significados, permitindo que ele opte tanto em um candidato quanto na legenda", afirma.
Assumem pessoas que você nunca ouviu falar, totalmente desconhecidas, porque a cadeira é do partido"
Domingos de Araújo Lima Neto,
juiz eleitoral de Alagoas
"É tradição brasileira desde 1932 o voto proporcional nas eleições para vereador, buscando romper o domínio de um ou outro partido e maior representação de todos", diz.

O juiz eleitoral de Alagoas Domingos de Araújo Lima Neto, no entanto, acredita que o sistema proporcional "gera casos injustos". "Assumem pessoas que você nunca ouviu falar, totalmente desconhecidas, porque a cadeira é do partido. A votação proporcional tem um cuidado com a legenda partidária, mas peca na questão da representatividade".
'Não sabia o que um vereador fazia'
O G1 encontrou outra candidata a vereadora que recebeu um só voto em 2008 e assumiu o cargo durante o mandato. Há também um vereador que assumiu tendo recebido dois votos. Nenhum deles, no entanto, concorre à reeleição.
Jorge Azevedo Filho, de 29 anos, suplente da irmã em Serra Caiada (RN), assumiu o cargo em maio deste ano depois que a vereadora perdeu o mandato por infidelidade partidária. Ele havia recebido apenas dois votos. "Antes de entrar na Câmara Municipal, eu não sabia o que um vereador fazia. Acho que todo cidadão tinha que ser vereador por alguns dias, pelo menos, para saber a importância do cargo", diz.
Vereadoras empossadas com um só voto tentam reeleição em 2012 (Foto: Reprodução/TSE)Vereadores com dois e um voto, Jorge Azevedo e
Cláudia Câmara não vão disputar a eleição 2012
em seus municípios (Foto: Reprodução/TSE)
"Eu tinha muita vontade de continuar, mas, com a minha irmã concorrendo à prefeitura, gera um certo ciúme. Decidimos investir na candidatura dela", afirma o vereador, que, após o curto mandato, vai retomar o trabalho em uma empresa familiar.
Acho que todo cidadão tinha que ser vereador por alguns dias, pelo menos, para saber a importância do cargo"
Jorge Azevedo Filho, vereador
Em Ceará-Mirim (RN), município de 66 mil habitantes a 38 km de Natal, a farmacêutica Cláudia Roberta Câmara ficou como suplente em 2008, após receber apenas o voto do marido. "Minha família tem atuação política, mas eu nunca me envolvi. Quando vi meu nome, com um voto, no resultado final da votação, me surpreendi", relembra.

Um irmão de Cláudia é candidato a prefeito do município e a família optou por "concentrar esforços". "Já fiz vários requerimentos e tomo mais minha atenção para pavimentação e iluminação pública. Estou aprendendo bastante, mas vamos focalizar a candidatura do meu irmão, que já é uma briga grande"fonte:g1 sp/camocim belo mar blog

O CABO BRUNO É EXECUTADO COM 18 TIROS NO INTERIOR PAULISTA.

O ex-policial militar Florisvaldo de Oliveira, mais conhecido como Cabo Bruno, foi assassinado com 18 tiros em Pindamonhangaba, no interior paulista, no final da noite desta quarta-feira (26). Segundo a polícia, ele chegava em casa com a família, após voltar de um culto religioso.
A execução aconteceu na rua Inácio Henrique Moreira, no bairro Quadra Coberta, por volta das 23h45. Cabo Bruno estava dentro de um carro Astra e retornava da cidade de Aparecida do Norte. Dois homens se aproximaram do veículo do ex-policial e atiraram. Os criminosos correram em direção a um carro, onde um terceiro bandido os aguardava. O trio fugiu sem roubar nada.
Cabo Bruno foi morto cerca de um mês depois de deixar o presídio de Tremembé. Ele estava preso porcometer vários homicídios. Quando era soldado da Polícia Militar, no começo dos anos 80, Cabo Bruno virou um dos justiceiros mais famosos de São Paulo. Ele recebia dinheiro de comerciantes para matar jovens criminosos em bairros da periferia da zona sul da capital paulista. Cabo Bruno admitia ter matado mais de 50 pessoas.
O ex-PM estava em liberdade desde o dia 23 de agosto, quando deixou o presídio de Tremembé por ter cumprido a maior parte de sua pena com bom comportamento. Condenado a 117 anos, quatro meses e 13 dias de prisão por envolvimento com o esquadrão da morte, Cabo Bruno passou menos de 30 anos na cadeia.
Ele foi preso em 26 de setembro de 1983 e fugiu três vezes da cadeia. A última recaptura, segundo o Tribunal de Justiça (TJ), foi em 29 de maio de 1991. Ele cumpriu, portanto, 20 anos ininterruptos de pena.
Cabo Bruno foi libertado com base no artigo 1º, do inciso 5, do decreto 5.648/2011, assinado pela presidente Dilma Rousseff. Segundo a norma, todo preso que passou mais de 20 anos seguidos na cadeia deve ganhar a liberdade caso tenho tido um bom comportamento.
Segundo o TJ, nesse período, ele não teve faltas grave, apresentou boa conduta carcerária e preencheu todos os requisitos para ter direito ao indulto.
A Polícia Civil vai investigar se Cabo Bruno foi vítima de uma execução.
Fonte: R7/via sobral 24 hs/camocim belo mar blog

BRASIL TEM MAIOR SISTEMA PÚBLICO DE TRANSPLANTES DO MUNDO,MAS BUROCRACIA AINDA ATRAPALHA.


Brasília – Apesar de contar com o maior sistema público de transplantes do mundo, “dificuldades burocráticas” comprometem a melhoria dos índices no Brasil, disse o coordenador do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, Heder Murari.
Segundo ele, a pasta deve apresentar em 2013 um novo sistema de informação dentro da rede de transplantes, capaz de gerenciar uma lista única de receptores de órgãos, utilizando uma plataforma tecnológica mais moderna. A atualização dos dados dos pacientes, por exemplo, poderá ser feita pelo profissional de saúde por meio de um smartphone.
Durante evento para marcar o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos - lembrado hoje (27) - Murari destacou que a legislação brasileira atual exige o laudo de dois neurologistas para atestar casos de morte encefálica (quadro caracterizado pela perda definitiva e irreversível das funções cerebrais e que abre caminho para a doação de órgãos do paciente).
De acordo com o coordenador, há uma proposta de autoria do Conselho Federal de Medicina (CFM) para que a exigência, em caso de morte encefálica, passe a ser o laudo de dois médicos com qualificação em terapia intensiva, e não mais em neurologia.
“Vamos aproveitar para adequar o decreto à proposta do CFM, que é quem determina o critério de morte encefálica pela lei brasileira e, ao mesmo tempo, modernizar uma série de itens”, explicou. A previsão é que as alterações sejam encaminhadas à Casa Civil até o fim deste ano.
Segundo Murari, o ministério deve anunciar hoje uma portaria que trata da capacitação em transplantes. O texto, segundo ele, vai instituir a atividade de tutoria em transplantes e prevê o repasse de recursos para instituições definidas como tutoras.
“Vamos institucionalizar o ensino do processo de doação de órgãos e de transplantes”, disse. “Vai acabar  a necessidade de pessoas jurídicas se organizarem para dar cursos em estados menos desenvolvidos”, completou.
Dados do governo federal indicam que alguns estados, como o Rio Grande do Norte, já conseguiram zerar a fila de transplantes. O termo é utilizado quando o tempo médio de espera por um órgão não ultrapassa 30 dias. A expectativa da pasta é que, até 2015, todos os estados brasileiros tenham zerado suas filas.
Outra meta definida pelo governo é contabilizar 15 doadores de órgãos para cada 1 milhão de habitantes – o melhor índice na América Latina. Nos primeiros quatro meses de 2012, o número registrado no país foi 13 doadores para cada 1 milhão de habitantes.fonte:agencia brasil/camocim belo mar blog

SDH IDENTIFICA CERCA DE 1,2 MIL CAMPONESES MORTOS E DESAPARECIDOS ENTRE 1961 E 1988.




Brasília – Relatório apresentado ontem (26) pela Secretaria de Direitos Humanos à Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) identifica 1.196 casos de trabalhadores rurais assassinados ou desaparecidos por razão ideológica e disputa fundiária no campo, entre setembro de 1961 e outubro de 1988, período indicado pela Lei nº 9.140/1995 – a primeira lei a reconhecer que pessoas foram assassinadas pela ditadura militar (1964-1985).
Apesar do número expressivo (3,5 vezes acima do total de reconhecidos oficialmente como mortos por perseguição política) apenas 51 casos foram analisados pela CEMDP e desses 29 tiveram a causa da morte relacionada à questão política. “Ficando excluídos 1.145 casos de camponeses e seus apoiadores mortos ou desaparecidos”, grande parte porque não teve “acesso nem reconhecimento aos direitos da Justiça de Transição”, descreve o relatório.
Na opinião de Gilney Viana, assessor da ministra-chefe da SDH, Maria do Rosário, a desproporção mostra que “os camponeses foram excluídos em vida e continuam sendo excluídos na morte”. Segundo ele, o volume de mortes impressiona e contraria a tese de que a ditadura militar no Brasil foi “branda” na comparação com os países vizinhos. “Aqui morreu mais gente que no Uruguai”, estima.
De acordo com o estudo, há mortes durante o regime militar e também durante o regime civil. Quatro pessoas foram assassinadas antes do golpe de abril de 1964; 756 foram mortas durante a ditadura (sendo 432 na abertura política após 1979); e 436 após março de 1985, já na transição civil (governo Sarney). Segundo o documento, o aumento da violência no campo a partir da distensão e ao longo da chamada Nova República tem a ver com a organização política dos trabalhadores rurais.
“Neste período já se tinha observado redução da repressão policial militar nas cidades quando o movimento popular, sindical e de oposição política conquistou progressiva abertura política; porém, no campo se promoveu e se tolerou uma vasta onda repressiva contra organizações e lutas camponesas produzindo centenas de assassinatos de duas lideranças”, descreve o texto que soma 602 mortes de lideranças (mais da metade dos assassinados).
Segundo a contagem, 463 pessoas mortas ou desaparecidas eram “lideranças de lutas coletivas”. Além desses, 75 eram sindicalistas; 43, sem militância informada; 14, advogados; e sete, religiosos. O documento mostra que apenas um em cada grupo de quatro casos teve inquérito policial e apenas 5% registraram desfecho judicial (condenatório ou não). O texto recomenda que esses casos sejam “examinados, esclarecidos e reconhecidos pela Comissão Nacional da Verdade, como manda a Lei 12.528/2011”. Por lei, está fora do prazo para exame na CEMDP.
Os estados que acumulam o maior número de pessoas assassinadas (lideranças ou não) são o Pará (342 mortes); o Maranhão (149 mortes); a Bahia (126 mortes); Pernambuco (86) e Mato Grosso (82 mortes). Mais de 96% dos assassinados eram homens.
Outra peculiaridade dessas mortes é que grande parte não ocorreu pelas mãos dos “agentes do Estado” (policiais e militares), 15% do total (177 casos); mas por “agentes privados” (milícias e pistoleiros contratados). Apesar desse perfil, os autores do estudo opinam que “não há que se alegar que não houve motivação política na repressão policial e militar aos camponeses; e, menos ainda negar, a participação direta de agentes do Estado, em alguns caos, e indireta em outros, por cumplicidade, omissão, acobertamento e apoio a ações de poder ilegítimo de polícia de agentes privados”.
Para Gilney Viana, há diferenças e conexões entre as mortes que ocorriam na ditadura e as que ocorriam (e ocorrem) no regime civil. “É espantoso que ainda haja crimes no campo diante do Estado de Direito Democrático. O que revela uma certa sequela da época da ditadura. As autoridades locais são coniventes com milícias privadas e pistoleiros. A impunidade ainda campeia”, disse ao salientar que com a facilidade da comunicação nos dias atuais é mais difícil ocorrer casos de morte sem repercussão.
Além dos camponeses, a SDH prepara estudo sobre a situação dos indígenas – que tiveram direitos afetados principalmente por causa de projetos de infraestrutura, como abertura de estradas. Segundo Viana, houve casos documentados em que indígenas que resistiam às obras eram tratados como guerrilheiros. O relatório deve ficar pronto em dezembro. Ontem (26) a Agência Brasil revelou que a Comissão da Verdade usará documentos históricos e depoimentos para apurar crimes contra indígenas.

Edição: Lílian Beraldo.
fonte:agencia brasil/camocim belo mar blog

BEBÊ NASCIDO EM CURITIBA PODE SER O MENOR DO MUNDO.


Um bebê recém-nascido em Curitiba pode ser o menor  do mundo. Pesando apenas 250 gramas, a criança está internada no Hospital Nossa Senhora das Graças e tem apenas 23,5 cm de estatura e idade gestacional de 24 semanas, 16 semanas menos que uma gestação normal.
De acordo com os médicos, a menina mantém quadro clínico considerado crítico e está recebendo tratamento intensivo, de acordo com boletim médico desta terça-feira (25). Ela recebe suporte ventilatório e medicamentos para permanecer estável. A assessoria do Nossa Senhora das Graças informou que tanto a médica quanto a mãe da criança preferem não se pronunciar sobre o caso, por conta do risco que o recém-nascido ainda apresenta.fonte:Bem Paraná/via o presente/camocim belo mar blog

O PREFEITO CHICO VAULINO INAUGROU MAIS UM POSTO DE SAÚDE EM CAMOCIM-CE DESTA VEZ NO BAIRRO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA.


A Prefeitura Municipal de Camocim, através do Prefeito Francisco Maciel de Oliveira e da  Secretária Municipal de Saúde, Dra. Iracema Gonçalves de Araújo, agradeçe a todos os camocinenses que estiverão na inaguração da UBASF, para todas famílias, do bairro nossa senhora de fátima. é  dada. o nome de um médico a mais de 46 anos já falecido,Unidade Básica de Atendimento a Saúde da Família -  UBASF Dr. Afonso Walter de Magalhães. A solenidade aconteceu , dia 26 de setembro, a partir das 19:30hs, na Rua Alameda da Alegria s/n, Bairro Nossa Senhora de Fátima.