domingo, 16 de setembro de 2012

PESQUISADORES PRODUZEM CANA-DE-AÇÚCAR EM PÓ.

Eles acreditam que, com o produto no mercado, haja maior valorização da cana-de-açúcar na região do Cariri


Barbalha Um estudo de secagem poderá resultar em mais um produto alimentício. Surgido a partir de análises da desidratação de alimentos, o projeto "Produção de caldo de cana em pó, por desidratação em camadas de espuma" está sendo desenvolvido por estudantes barbalhenses. A cidade é conhecida como sendo "a terra dos verdes canaviais", devido à grande produção da cana-de-açúcar.

Atualmente, novas análises laboratoriais estão sendo feitas para descobrir qual é a formulação ideal destinada ao consumo do produto FOTOS: YAÇANÃ NEPONUCENA
Atualmente, três alunos, Ayrton Santos Costa, Júlio Cézar Soares da Silva e Cássia da Rocha Borgonha, e dois professores do curso Técnico em Agricultura, do Centro Vocacional Técnico de Barbalha (CVTec) estão envolvidos no processo de formulação do novo produto derivado da planta. O estudo ainda está em sua fase inicial, em que os pesquisadores formulam a concentração ideal para a dissolução do pó, de forma que este, quando pronto, atenda ao paladar dos consumidores.

A fabricação do caldo de cana-de-açúcar em pó é simples. Os gomos "in natura" são moídos no momento em que o processo de produção do pó é iniciado. Com o caldo da planta é feito uma ingestão de ar, utilizando uma comum abafadora de bolos. Misturado a uma quantidade de emulsificante, os dois elementos são processados durante três minutos. Com a espuma pronta, o alimento é levado até uma estufa de secagem, regulada à 50 graus Celsius.

A cada 30 minutos são realizadas as pesagens, para a verificação da perda de água. Inicialmente, os pesquisadores observaram que em quatro horas o pó é estabilizado. Mas, atualmente, estão sendo feitas novas análises laboratoriais para descobrir qual é a formulação ideal destinada ao consumo do pó de cana- de-açúcar. Além disso, também serão testados as formas de conservação do produto, para que ele não perca a cor, o odor e o sabor original do fruto.

Tecnologias
Todos os envolvidos no projeto pretendem aprimorar as tecnologias de secagem de alimentos, utilizando essa experiência como ensaio para as demais. Um dos objetivos dos pesquisadores, além de obter o produto, é que ele seja amplamente aceito pelos consumidores.

Por isso, a equipe irá realizar um teste sensorial para oferecer amostras do caldo de cana em pó para os clientes de estabelecimentos comerciais, funcionários de instituições de ensino e frequentadores de praças.

A proposta é que a população avalie as características do alimento. Após a prova do sabor, serão avaliadas as necessidades de produção para atender o comércio local. Caso haja aceitação, o produto será introduzido no mercado e estará disponível para venda.

Até agora, a cana-de-açúcar em pó está sendo produzida em pequenas quantidades, já que ainda não foi totalmente aprimorada. Entretanto, a expectativa dos pesquisadores é que, até o próximo mês de dezembro, a fórmula ideal já esteja disponível para a produção em grande escala. Até lá, o produto deverá ser patenteado.

Para o coordenador da pesquisa, Ademar Maia Filho, o estudo renderá bons resultados. "O caldo de cana in natura tem grande quantidade de consumidores, apesar de ser difícil de encontrá-lo e, muitas vezes, sem a qualidade de higiene necessária. A gente acredita que o caldo de cana em pó será bem aceito pela sociedade", avalia. Ele ainda lembra que, no produto, os valores nutricionais da cana serão atendidos.

Comercialização
Com o caldo de cana em pó sendo vendido no comércio, os pesquisadores esperam que na região do Cariri haja uma maior valorização das plantações de cana de açúcar e dos de derivados do fruto. A nova forma de consumo apresenta vantagens.

A principal delas é a garantia de disponibilidade de produto por todos os períodos do ano, além das vantagens nutricionais do alimento e da higiene no processo de obtenção do pó. Para atender à demanda do mercado local, nacional e estrangeiro, o plano dos pesquisadores para o futuro é montar uma fábrica de caldo de cana em pó.

O caldo de cana é um alimento de valor calórico e energético bastante elevado. Pode ser consumido diariamente em pequenas quantidades. De acordo com os pesquisadores, atualmente, o maior incentivo para o projeto seria a obtenção de financiamentos, pois todos os estudos são realizados de forma independente, sem nenhuma parceria com instituições que destinem verbas para a ação.

Como contribuição para a sociedade, a meta já planejada por eles é desenvolver outras composições com frutos, que possam adicionar mais sabor e diferenciar o caldo de cana.

No momento, grande parte da produção de cana-de-açúcar das plantações de Barbalha é destinada à alimentação animal, e a produção da rapadura, batida e cachaça, em pequena quantidade. Na cidade, há também uma mini usina, onde será instalada uma escola sucroalcooleira.

Entretanto, a unidade construída pelo Governo do Estado há aproximadamente três anos, ainda não foi inaugurada. Hoje, nenhuma usina está em pleno funcionamento. Para a produção de derivados da cana, existem apenas engenhos.

Mais informações:
Centro Vocacional Técnico (CVTec) Avenida José Bernardino, s/n
Bairro Buriti
Barbalha (CE)
Telefone: (88) 3532.2311

Instituições buscam qualificar estudantes
Mesmo com a implantação de novas instituições de ensino que oferecem formação técnica, atualmente, no Ceará, a carência por profissionais qualificados ainda é grande, principalmente, no setor industrial
Juazeiro do Norte Como forma de estímulo à pesquisa e à formação em nível técnico e tecnológico, os professores que atuam em instituições de ensino estão incentivando os estudantes a ingressar nestes cursos, que, devido à demanda por mão-de-obra qualificada, encurtam os caminhos para o ingresso no mercado de trabalho.

Ao todo, na região do Cariri, são oferecidos mais de dez cursos técnicos em instituições que prestam serviços públicos. As áreas prediletas pelos alunos são eletrotécnica, meio ambiente e eletroeletrônica.

No Ceará, existe uma procura crescente por formação técnica. A grande demanda acontece por causa do nível empregabilidade e da expansão das indústrias. Além da implantação de programas governamentais, como as obras da Transnordestina e transposição das águas do Rio São Francisco, que necessitam de operários. Com a ampliação do Ensino Superior no Brasil, que deu um salto significativo nos últimos anos, novas escolas técnicas estão sendo implantadas no interior do Estado.

Após a instalação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), que começou a funcionar em 1998, o Centec foi a primeira instituição a oferecer formação técnica, no Estado. No início das atividades eram disponibilizados apenas cursos tecnológicos.

Capacitação
Porém, devido à ausência de mão-de-obra qualificada para atuar nas indústrias, setor de alimentos, irrigação e saneamento ambiental, o Governo do Estado do Ceará instalou outras unidades em Sobral, Limoeiro do Norte, Juazeiro do Norte e Quixeramobim.

Por meio de estudos de mercado, as carências por profissionais qualificados foram diagnosticadas. Apenas no Centro de Ensino Tecnológico (Centec) do Cariri, 340 estudantes estão sendo capacitados tecnicamente para atuarem nas áreas de eletrônica, eletrotécnica, meio ambiente, agricultura, mecânica e cozinha. No mercado de trabalho regional, já foram inseridos cerca de 700 profissionais. Para o diretor regional da Faculdade de Tecnologia (Fatec), Raimundo de Sá Barreto Grangeiro, a maior contribuição dos cursos técnicos é a inclusão social.

"A gente vê que os cursos técnicos e tecnológicos mudaram a vida, a posição social e econômica das pessoas que passaram por eles. Essa é a principal colaboração para a sociedade", revela. De acordo com ele, os próprios alunos estão auxiliando no desenvolvimento de suas regiões e mudando o perfil socioeconômico do Estado.

Diferencial
Diferentemente dos bacharelados, que geralmente tem permanência média de quatro e cinco anos, o diferencial dos cursos técnicos está na grade de curricular, em que os estudantes têm 50% das atividades de aulas teóricas e outros 50% de práticas.

O período de duração das formações tecnológicas é, em média, de três anos e meio. Já os técnicos têm duração é de dois anos e seis meses. Na instituição, é comum haver solicitações de empresas e indústrias por profissionais técnicos.

Contratos
Ao finalizarem os cursos, cerca de 70% dos estudantes são imediatamente contratados para atuarem em suas áreas. Ainda na faculdade, 90% dos estagiários permanecem nos locais onde realizaram o aprendizado prático e são contratados pelas empresas.

Mesmo com a implantação de novas instituições de ensino que oferecem formação técnica, atualmente, segundo dados do Centec, no Ceará, a carência por profissionais com esse tipo de qualificação é grande, principalmente, no setor industrial, que ainda concentra mão-de-obra de outras regiões do País.

Entretanto, a importação dos prestadores de serviços, que tem custo elevado para os empresários, vem diminuindo. Hoje, a maior parte das vagas de empregos é ocupada por pessoas do Estado do Ceará.

Mais informações:
Centro de Ensino Tecnológico (Centec), Rua Amélia Xavier, S/N
Bairro Triângulo
Juazeiro do Norte (CE)
Telefone: (88) 3566.4051.
fonte:DN Regional/camocim belo mar blog

CARNAÚBA CONTINUA ENTRE OS PRODUTOS MAIS EXPORTADOS NO CEARÁ.


Além da extração do pó para a cera, a fibra retirada da folha serve para produzir tarrafas, chapéus e bolsas
 
Sobral Usada para substituir o comércio de algodão no final do século XIX, a cera da carnaúba permanece até hoje entre os produtos mais exportados do Ceará, segundo o historiador Osvaldo Aguiar. O início de seu apogeu foi na década de 1920, com a descoberta de outras utilidades para a cera, e seguiu até o começo da década de 1950. Conforme Osvaldo, a carnaubeira pode ser aproveitada integralmente, o que foi feito durante muitos anos. Ele aponta que, além da extração do pó para a cera, a fibra extraída da folha serve para produzir tarrafas, escovas, cordas, chapéus, bolsas, esteiras, dentre outros produtos.

A palha da carnaubeira é utilizada para a cobertura de casas e de solos agrícolas. No Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, a planta gera emprego e renda para os trabalhadores rurais de julho a dezembro


Já a casca serve como lenha; a palha é utilizada para a cobertura de casas e de solos agrícolas; os cachos dos frutos, colhidos maduros e submetidos à secagem, são usados para a extração de óleo comestível e para a alimentação do gado; e o tronco, com duração indefinida, serve para fazer ripas e caibros usados em construções.

Ele explica que, por ser uma planta nativa, a carnaúba não necessita de adubação, agrotóxicos, ou mecanização agrícola. "Ela é representativa para o Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. E gera emprego e renda para os trabalhadores rurais de julho a dezembro, justamente os meses sem atividade na agricultura familiar em toda a região", explica.

Apogeu
Durante seu apogeu, Osvaldo explica que a produção de pó e cera era visto como uma renda extra pelas famílias mais abastadas. "Fora a agricultura de subsistência, a produção de cera servia como uma poupança da família, uma renda segura. Como a produção de café era para pagar os estudos de um filho em Fortaleza, por exemplo, a produção da carnaúba também seria utilizada dessa forma", diz. Osvaldo atenta para a primeira grande utilização da carnaúba na indústria, que foi para a fabricação de velas. A prática durou quase todo o século XIX, beneficiando, principalmente, famílias da região do Baixo Jaguaribe no Estado do Ceará.

"A produção era, e ainda é, restrita ao Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, onde são plantas nativas. No Ceará, ela nasceu no Baixo Jaguaribe, se espalhando por outros Municípios, podendo ser destacada a região de todo o Vale do Acaraú e Coreaú".

Entretanto, foi apenas a partir de 1920 que a carnaúba começou a crescer dentro do cenário moderno, sendo utilizada no polimento de assoalhos, além de matéria-prima para fabricar papel-carbono, graxa para sapatos e discos de vinil.

O professor lembra que, após 1950, a oferta já não conseguia suprir o consumo, fazendo com que a cera fosse sendo substituída por derivados do petróleo, que eram também mais baratos. "Mesmo assim, ela nunca deixou de ser utilizada, sendo considerada um artigo de luxo, e com aplicações que não podem ser substituídas por produtos inflamáveis, como em microchips, onde atuam como isolantes térmicos. Hoje, a carnaúba é utilizada em mais de 60 produtos, desde eletrônicos a cosméticos.

Investimento
Osvaldo conta que, no ano de 1935, o empresário norte-americano Hebert Jonhson, por meio de um avião-anfíbio batizado de Spirit of Carnaúba da cidade americana de Racine, foi até Fortaleza, onde pousou à beira-mar, próximo à Barra do Ceará.

A empresa Jonhson de assoalhos já usava em pequena escala a cera na linha de produtos para polimento, e o proprietário decidiu visitar o País para conhecer profundamente o produto. Dois anos depois, foi inaugurada uma fábrica de processamento de carnaúba em Fortaleza.

No ano seguinte, a companhia começou uma plantação na região do Maracanaú, doada em 1998 pelo filho do empresário para a Universidade Federal do Ceará (UFC). A universidade, então, instalou um centro de estudos no local, que tem uma área de 4.750 hectares de caatinga. A organização não-governamental Associação Caatinga, entidade voltada à recuperação e conservação desse ecossistema, também realiza um trabalho de preservação no local.

A carnaúba é a única palmeira de sua tipologia nativa do Ceará. Diferentemente de um ipê roxo e um ipê amarelo, que sem a florada não poderá ser identificada, não existe uma planta semelhante a ela na flora nativa, de acordo com o biólogo Francisco Eli Araujo Briseno Vieira, do Instituto Carnaúba.

Com as adaptações devido o clima, suas folhas são espinhentas e caule esbranquiçado. "A carnaúba nunca pode perder todas as suas folhas, pois morreria. Para poder ficar exposta ao sol, ela desenvolveu uma cera que impermeabiliza a folha, fazendo com que ela não perca liquido para o ambiente", explica Eli Araujo Vieira.

Matéria-prima usada para fabricar chapéus
Em Sobral, existem pelo menos três fábricas de chapéus feitos com a palha da carnaúba. Na atividade, os agricultores usam o acessório para se protegerem do sol forte. O extrator deve possuir habilidade e conhecimento para retirar a folhagem
Sendo encontrada, principalmente, no Distrito de Patriarca, a cultura da Carnaúba ainda é presente em diversos setores da sociedade local. De acordo com dados do Instituto Carnaúba, existem pelo menos três fábricas de chapéus feitos com a palha da carnaúba em Sobral, além de plantações à margem do Rio Acaraú.

Conforme um dos diretores do instituto, Expedito Torres, hoje há uma grande exploração da carnaúba para a extração de cera, sendo utilizada uma máquina que tritura a palha, transformando-a em adubo e dificultando o acesso por parte de alguns artesãos. "Como o olho, que é aquela folha verdinha que eles colhem, é mais lucrativo se não for moído. Às vezes, só resta ele para que os artesãos adquiram o que torna o produto mais caro".

Segundo o biólogo Francisco Eli Araújo Briseno Vieira, a extração dos "olhos", ou seja, a folha mais nova da carnaúba, nunca pode ser total. "Numa árvore que tem em média de seis a oito olhos, sempre devem ser deixados três ou quatro, para que, dessa forma, a árvore não morra", explica. É do olho que é retirado o pó branco, que faz a cera mais clara", afirma.

Além disso, ele chama a atenção dos profissionais que realizam o corte da palha. Para o biólogo, o extrator ou vareiro, como é mais chamado, deve possuir habilidade e conhecimento a fim de que não corte a gema apical da planta, causando também a sua morte.

Ele fala também que, durante as ultimas décadas, o cultivo de carnaúba foi deixado de lado pelas famílias tradicionais, sendo que os carnaubais ainda presentes na região Norte do Estado hoje são explorados por rendeiros, que arrendam a terra para extrair a folha de carnaúba.

Referência
O historiador Osvaldo Aguiar diz que uma das famílias que se destacou com a produção de cera de carnaúba na região foi a Menezes, que possui uma fábrica. Até hoje, explica, o Distrito de Patriarca pode ser apontado como referência na produção de carnaúba, da cera e de artesanato baseado na palha. "Há uma comunidade que sobrevive principalmente da carnaubeira, fazendo bolsas, chapéus ou trabalhando na extração", fala.

Outro problema observado pelo historiador que contribui para a decadência do ciclo da carnaúba foi a chegada da planta ornamental nativa de Madagascar, conhecida como Boca de Leão, uma trepadeira que vem criando sérios prejuízos ao desenvolvimento da carnaúba e produção de cera. "Como hoje os carnaubais acabam indo para os rendeiros, alguns não possuem o cuidado de extrair essa trepadeira, que pode levar a carnaúba à morte. Os donos dos carnaubais, em que grande parte perdeu a tradição, não conhecem os perigos e prejuízos que essa planta causa", alerta.

Manuseio
"Os que retiram sua sobrevivência da carnaúba devem estar atentos as formas de manuseio corretas, já que como arvore nativa da região não há conflito dela com outras plantas ou mesmo animais", finaliza.

Para mudar esse quadro, o Instituto da Carnaúba realiza um trabalho de conscientização junto aos produtores e extratores, mostrando a eles as vantagens do manuseio correto da carnaubeira. Eles informam que o plantio é simples e pode ser feito em comunhão com outras plantas, como feijão e mandioca.

Segundo a diretoria do Instituto, há hoje uma linha de credito para os produtores, além de estarem previstos periódicos sobre a fauna e flora local, não apenas da carnaúba, com o objetivo de informar a comunidade acadêmica e também incentivar a prática na região.

Mais informações
Instituto Carnaúba
Rua Dr. João do Monte, 917
Centro - Sobral
CEP: 62.010-220
Fone/Fax: (88) 3611.8124

JÉSSYCA RODRIGUES
COLABORADORA .
fonte:DN Oline/camocim belo mar blog

ATRIZ FLAGRADA FUMANDO MACONHA ESTARIA COM SÉRIOS PROBLEMAS MENTAIS.


A atriz Amanda Bynes, de 26 anos, que foi flagrada nesta semana fumando maconha ao volante em Los Angeles, estaria com problemas maiores do que esse. O site "TMZ" entrevistou várias pessoas próximas a moça e garante que ela está com sérios problemas mentais.
Frequentadores da sua academia, a Equinox em West Hollywood, contaram que nos últimos meses ela passou a dar sinais "alarmantes" de que estaria com alucinações. Uma pessoa a viu falando sozinha, fazendo comentários e respondendo a si mesma. Outra diz ter flagrado a atriz se exercitando no "ellipitcal" e que ela parava no meio da série e ria histericamente e sozinha.
Essa última "testemunha" diz ainda tê-la visto várias vezes nos últimos meses e que, de fato, a condição dela se deteriorou. Seus vizinhos de condomínio também estão assustados com o comportamento maluco de Amanda. Ninguém, porém, teve coragem de contatar a família ou amigos para relatar, já que ela é uma tremenda barraqueira.
Em 2010, quando tinha apenas 24 anos, Amanda anunciou que estava se aposentando. Depois do anúncio, ela não voltou a atuar. Ela foi uma das atrizes mirins mais bem pagas de sua geração. Desde que tinha 13 anos, protagonizou diversas produções tanto na televisão, como "The Amanda Show" e "What I Like About You", quanto no cinema, em filmes como "Ela É o Cara", "Tudo que uma Garota Quer" e "Hairspray".fonte:F5/camocim belo mar blog

A MULHER QUE MAIS COMPLETOU ANVERSÁRIO EM SENADOR SÁ COMPLETA MAIS UM ANO HOJE.


Dona Nila ao lado do Prof.Marquinhos Monteiro
O BLOG SENADOR SÁ INFORMES, vem registra aqui os parabéns aos 103 anos de vida da Sra. LEONÍLIA VIEIRA DO NASCIMENTO, Dona Nila, como é conhecida.
Dona Nila que é natural de Viçosa do Ceará mora no distrito de Serrota a mais de 50 anos, a senhora que apesar da idade ainda conserva uma lucidez invejável, é considerada a mulher mais velha do munícipio.
O blog esteve no final do mês passado em Serrota e pode vê e .  nós do blog camocim belo mar,também viemos parabnizar,esta senhora,que podemos dizer que deus é o mais forte na vida de cada uma de nós quanto na vida desta,podemos falar com o carinho de tataravó,parabéns e falicidade,que deus ilumine cada vez mais sua vida.conhecer Dona Nila... Parabéns!