segunda-feira, 16 de março de 2015

AGRO AMIGO DO BNB BENEFICIA MAIS DE 14 MILHÕES DE AGRICULTORES EM 10 ANOS.

O Banco do Nordeste comemora mais de 1,4 milhão de agricultores familiares atendidos pelo Agroamigo, maior programa de microfinança rural da América do Sul, que completa 10 anos de atuação em 2015. Em uma década, foram mais de R$ 6,1 bilhões aplicados.

Somente em 2014, o Agroamigo contratou mais de R$ 1,5 bilhão, distribuídos em mais de 406,4 mil operações de microcrédito rural. Para este ano, a meta do Banco do Nordeste é aplicar mais R$ 1,8 bilhão no âmbito do programa. Atualmente, a carteira ativa corresponde a R$ 2,71 bilhões, o que aponta para uma evolução de 226% nos últimos quatro anos.

“De forma inovadora, o Agroamigo tem enorme poder transformador na sociedade, na medida em que empodera, cada vez mais, as pessoas que vivem no meio rural. Atuando em sinergia com os programas sociais do Governo Federal, ele também contribui para o desenvolvimento econômico e para a redução das desigualdades”, afirmou o presidente do Banco do Nordeste, Nelson Antônio de Souza.

CAMOCINENSES CRIAM GRUPO ”PATINHAS CAMOCIM” PARA ADOÇÃO E AJUDAR ANIMAIS ABANDONADOS.

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Patinhas Camocim é um grupo formado por pessoas que se uniram com objetivos em comum, tais como reduzir o sofrimento, abandono, maus tratos, fome, sede de animais na cidade de Camocim. O grupo existe numa tentativa de fazer com que os olhos puros e inocentes dos animais possuam a oportunidade de brilhar, sorrir, amar e serem correspondidos por pessoas íntegras, responsáveis, sensíveis e de bem. Para realizar um trabalho desta proporção, o grupo Patinhas Camocim não pode trabalhar sozinho, necessita da sua colaboração através da doação de ração, latas de patê, remédios, vacinas, coleiras, guias, cobertores…
Mas, se você não pode contribuir com os itens descritos acima, também há a opção de ser um padrinho ou uma madrinha do Patinhas Camocim por meio da contribuição mensal de carnês, com o valor que você puder ofertar.

'TANCREDO NEVES FEZ POLÍTICA COM O PRÓPRIO CORPO', DIZ EX-PORTA-VOZ.

Jefferson Puff - @_jeffersonpuff


Foto: Celio Azevedo/Arquivo/Senado Federal
Tancredo Neves foi escolhido para conduzir o país rumo à redemocratização (Foto: Celio Azevedo/Arquivo/Senado Federal)

O ano era 1985 e o Brasil ansiava, finalmente, pelo início do governo do primeiro presidente civil após 20 anos de ditadura militar.
Eleito de forma indireta por um colégio eleitoral, Tancredo Neves foi o nome escolhido para conduzir o país rumo à redemocratização.
Já doente, o político mineiro adiou a procura de tratamento para as fortes dores abdominais que vinha sentindo e preferiu, entre janeiro e março de 1985, fazer um giro pela Europa em busca de apoio internacional para sua posse, sob o temor de que os generais linha-dura pudessem dificultar a transição.
O maior medo de Tancredo era de que, na sua ausência, os militares impedissem seu vice de assumir a Presidência. José Sarney, no entanto, acabou sendo empossado presidente no 15 de março de 1985, com a internação às pressas de Tancredo para uma cirurgia de emergência.
Peça-chave nos 38 dias que se seguiriam até a morte de Tancredo no dia 21 de abril do mesmo ano, o porta-voz do presidente eleito, Antonio Britto, recebeu a missão de emitir boletins médicos diários.