segunda-feira, 14 de abril de 2014

AVIÃO DA MALÁSIA FOI ALVO DE TERRORISMO E PASSAGEIROS ESTÃO VIVOS NO AFEGANISTÃO,DIZ JORNAL RUSSO.


O jornal russo Moskovsky Komsomolets divulgou nesta quarta-feira (9) supostas informações sobre o avião da Malaysia Airlines desaparecido há mais de um mês. Segundo uma fonte anônima — que supostamente pertence a um serviço de segurança nacional não identificado —, os passageiros do voo MH-370 estariam vivos em Candahar, no Afeganistão, próximos a uma das fronteiras do Paquistão. A ação seria decorrente de um atentado terrorista.

De acordo com informações do jornal, os passageiros estariam divididos em sete grupos para melhor organização dos sequestradores. Para ele, os especialistas que estavam no voo seriam utilizados nas negociações com o governo americano ou chinês.

O avião estaria com uma das asas quebrada.

O especialista em investigação de acidentes Evgeny Kuzmin, confirmou que um avião daquele modelo poderia pousar em uma estrada de terra convencional, livre de árvores ou montanhas. Ele explicou também que se o pouso for emergencial ou em local inapropriado, pode quebrar parte dele, principalmente a asa.

R$ 32 MILHÕES LIBERADOS AO CEARÁ.

R$ 32 milhões liberados ao Ceará

Setor local de pesca esperava um montante maior de liberação no Ceará. Maior parte dos 30 mil pescadores cearenses não têm acesso ao benefício
Burocracia e inadimplência são alegações para o considerada baixa liberação ao Ceará
Ao Ceará, foram  firmados 1.819 contratos e liberados R$ 32 milhões por meio do Plano Safra da Pesca e Aquicultura, que disponibiliza atualmente R$ 3,4 bilhões para créditos e investimentos no setor pesqueiro brasileiro. Os dados são do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). O valor liberado ao Estado é mais do que um terço do que foi repassado ao Nordeste, R$ 92,6 milhões, através de 7,4 mil contratos. O setor local esperava uma liberação maior, de acordo com autoridades do segmento de pesca.
Segundo o superintendente federal da Pesca e Aquicultura no Ceará, Emanuel Simões, a maior parte dos 30 mil pescadores registrados pelo Estado não têm acesso ao Plano Safra da Pesca e Aquicultura devido ao índice de inadimplência nos municípios.
“As linhas de crédito são menos favoráveis por causa da seca. Devido à estiagem no Estado, houve um aumento do nível de inadimplência dos agricultores em alguns municípios. Isso fez com que os bancos acabassem exigindo mais e oferecessem menos garantias aos pescadores, que acabam sendo enquadrados pelas instituições como agricultores”, explica.
Para Simões, a grande barreira do Plano Safra da Pesca e Aquicultura está na “burocracia das agências bancárias”. “Não há metas nos bancos para esta linha específica de crédito”, critica.

Banco do Nordeste
Em uma outra análise, o superintendente do Banco do Nordeste (BNB) no Ceará, João Robério Pereira de Messias, afirma que o principal motivo da baixa procura pelo crédito do Plano Safra está na demanda, que “ainda é bem pequena”. “Não vemos nenhuma dificuldade de atender aos interessados neste crédito. Mas a procura é pequena”, garante.