Crateús. A sobrevivência da árvore símbolo do Ceará, a carnaúba, está ameaçada pela planta invasora "unha-do-diabo". Pelo nome popular já se tem uma ideia de que bons frutos a espécie não produz. Nativa da ilha de Madagascar, na África, a espécie está reduzindo a carnaúba, árvore importante para o ciclo econômico dos Estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, e de fundamental importância para o bioma caatinga.
A carnaúba só existe no Brasil, nos estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. A "unha-do-diabo" é uma espécie rasteira e também trepadeira. Ela sobe na árvore, matando-a. É resistente no semiárido e floresce mesmo em condições adversas
Como forma de alerta contra este problema de desequilíbrio ambiental, será realizado o workshop "A unha-do-diabo como ameaça à sobrevivência da carnaúba e seu ecossistema: o problema e sua possível solução", nos dias 2 e 3 de dezembro, no auditório da Fiec, em Fortaleza. O evento levantará a problemática expondo estudos realizados e apontando soluções para o controle biológico da espécie. A realização é da Universidade Estadual do Ceará, a Universidade Federal de Viçosa e o Centro de Agricultura e Biociências Internacional.
Será apresentado pelos pesquisadores da Uece um estudo sobre a contínua agressão que a carnaúba e sua cadeia produtiva vem sofrendo devido à espécie invasora, a um público composto por empresários que atuam no setor, trabalhadores, entidades ligadas às questões ambientais, pesquisadores, estudantes, secretários estaduais e municipais das pastas da Agricultura e Meio Ambiente, bem como possíveis entidades parceiras e demais interessados.
A unha-do-diabo é uma trepadeira nativa de Madagascar e foi, provavelmente, importada para o Brasil há 40 anos como uma planta ornamental ou curiosidade botânica. Por ser muito cultivada em jardins devido às belas flores, escapou, naturalizou-se e tornou-se uma erva invasora agressiva em situações naturais do semiárido.
Exótica e invasora, a unha do diabo floresce e cresce rapidamente, sufocando a carnaúba. É resistente à seca, tanto que nem perde as folhas, como é comum nas espécies da caatinga. Não é só rasteira, mas também trepadeira e chega a cobrir toda a copa das carnaubeiras, impedindo que se retire suas palhas, usadas tradicionalmente em vários municípios do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte como fonte de renda das comunidades.
A carnaúba só existe no Brasil, nos estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. A "unha-do-diabo" é uma espécie rasteira e também trepadeira. Ela sobe na árvore, matando-a. É resistente no semiárido e floresce mesmo em condições adversasComo forma de alerta contra este problema de desequilíbrio ambiental, será realizado o workshop "A unha-do-diabo como ameaça à sobrevivência da carnaúba e seu ecossistema: o problema e sua possível solução", nos dias 2 e 3 de dezembro, no auditório da Fiec, em Fortaleza. O evento levantará a problemática expondo estudos realizados e apontando soluções para o controle biológico da espécie. A realização é da Universidade Estadual do Ceará, a Universidade Federal de Viçosa e o Centro de Agricultura e Biociências Internacional.
Será apresentado pelos pesquisadores da Uece um estudo sobre a contínua agressão que a carnaúba e sua cadeia produtiva vem sofrendo devido à espécie invasora, a um público composto por empresários que atuam no setor, trabalhadores, entidades ligadas às questões ambientais, pesquisadores, estudantes, secretários estaduais e municipais das pastas da Agricultura e Meio Ambiente, bem como possíveis entidades parceiras e demais interessados.
A unha-do-diabo é uma trepadeira nativa de Madagascar e foi, provavelmente, importada para o Brasil há 40 anos como uma planta ornamental ou curiosidade botânica. Por ser muito cultivada em jardins devido às belas flores, escapou, naturalizou-se e tornou-se uma erva invasora agressiva em situações naturais do semiárido.
Exótica e invasora, a unha do diabo floresce e cresce rapidamente, sufocando a carnaúba. É resistente à seca, tanto que nem perde as folhas, como é comum nas espécies da caatinga. Não é só rasteira, mas também trepadeira e chega a cobrir toda a copa das carnaubeiras, impedindo que se retire suas palhas, usadas tradicionalmente em vários municípios do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte como fonte de renda das comunidades.

O concurso para o cargo de guarda municipal reabriu as inscrições. As inscrições começaram nesta quinta-feira, 28, até o dia 10 de dezembro. A inscrição deve ser realizada pelo site da Universidade Estadual do Ceará (Uece) 





